patty

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

AVALIAÇÃO FINAL

AVALIAÇÃO DO CURSO PROINFO INTEGRADO

NO MEU PONTO DE VISTA FOI MUITO PRODUTIVO, MUITAS COISAS NOVAS, DESCOBERTAS IMPORTÂNTES PARA SIMPLIFICAR O DIA -A -DIA NA INFORMÁTICA, FACILITANDO E INOVANDO O CONHECIMENTO PARA ASSIM PROGRAMAR COISAS NOVAS PARA OS ALUNOS E TAMBÉM PARA O NOSSO DIA-A-DIA.
PONTOS NEGATIVOS : NÃO TEVE NO MEU PONTO DE VISTA.
PONTOS POSITIVOS : CONHECIMENTO NOVO PARA UMA VIDA NOVA NA ¨TECNOLOGIA¨.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Celine Dion













terça-feira, 11 de novembro de 2008

Minha Princesinha


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

site de interesse pedagógicos

Cursista :Patrícia Roncato Semmler
Unidade 2
Data 25/09/2008
Atividade: Hiperlink




Este site é referente a atividades de alfabetização
http://www.sol.eti.br/infantil/inicio_alfabetizacao.html


Este site é referente à alfabetização
http://www.alfabetizacao.com.br/#

Este site é referente a alfabetização construtivista
http://www.centrorefeducacional.pro.br/emiliealfa.htm


Este site é referente à estudos relacionados à educação
http://www.centrorefeducacional.pro.br/importecn.htm

Este site se refere ao educador Paulo Freire
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Freire

Este site é um ótimo suporte pedagógico para o professor
http://revistaescola.abril.com.br/online/indice_planos.shtml



Este site aborda o tema dificuldades de aprendizagem que são um desafio para o professor
http://aprenderefacil.blogspot.com/2005/11/dificuldades-de- aprendizagem.html


Este site se refere à Prova Brasil que é uma de avaliar o sistema educacional do Brasil
http://provabrasil.inep.gov.br/

Educação Inovadora

Aprendendo a Conhecer

Caminhamos para a sociedade do conhecimento, que é tão complexo, frágil e instável. Nunca tivemos tanta informação disponível e, ao mesmo tempo, nunca foi tão difícil conhecer. O que selecionar? O que vale a pena entre tantas opções. O que é importante e o que é descartável? O que é um modismo passageiro e o que nos faz avançar? O que estudamos hoje será útil amanhã? O que estou aprendendo profissionalmente poderei aplicá-lo tal como me ensinam? Num mundo que evolui tão rapidamente, o que posso aproveitar do passado.
Quando somos crianças, estamos abertos para o mundo, queremos aprender tudo com todos. Temos consciência de que não sabemos nada e pensamos que os outros sabem tudo. Quando jovens, começamos a buscar nossas próprias respostas e questionamos o saber dos adultos, que nos parecem muito conservadores, perdidos. E encontramos nossas próprias respostas. Pensamos que sabemos tudo e que os outros não sabem nada. Já adultos, percebemos que a realidade é muito mais complexa do que nossas explicações e que as coisas mudam, assim como as teorias. Relativizamos tudo. Quanto mais avançamos em idade, sabemos que nada sabemos.
Acreditamos que somos objetivos, percebemos com isenção e julgamos sem paixão . Mas as pesquisas comprovam que procuramos ativa e seletivamente (embora de maneira inconsciente) dados que confirmem nossas teorias, hipóteses ou crenças.
Cada um de nós tem uma forma peculiar de ver o mundo, de lidar com as novidades e de reagir a situações complicadas. Filtramos o mundo a partir de nossas lentes, experiências, (personalidade,) formas de perceber, sentir e avaliar a nós mesmos e aos outros. Diante de situações idênticas, uns sentem-se calmos e outros se apavoram; os fracassos frustram uns e estimulam outros; enfrentar novos desafios assusta uns e motiva outros. Os acontecimentos não são o mais importante, mas sim a forma como os encaramos, os filtros que colocamos, o significado que lhes atribuímos .
Com os mesmos fatos, podemos construir visões diferentes e interpretá-los de formas opostas. Uns se consideram fracassados, porque tiveram que separar-se ou perderam o emprego. Outros, em circunstâncias semelhantes, consideram-se realizados, porque aprenderam a superar os obstáculos. Os fatos não são o mais importante, mas sim como os interpretamos, como os integramos e a síntese que fazemos.
Em alguns, predomina o filtro pessimista: só vêem problemas, dificuldades. Em outros, o filtro otimista: só vêem o que lhes interessa. O filtro pode ser aperfeiçoado para que não nos leve a distorcer excessivamente os fatos. Se todos me vêem de uma forma e eu não concordo, deve haver alguma deformação no meu filtro. Preciso de outros para aperfeiçoar o meu filtro; confrontar várias pessoas com visões diferentes para aprimorar a minha. O que acontece é que cada um de nós escolhe algumas pessoas como referência interpretativa do mesmo tipo, com crenças e referenciais semelhantes.
O conhecimento sempre ficou confinado a territórios dominados por especialistas e por espaços reconhecidos oficialmente (como, por exemplo, as universidades). E os meios de comunicação também eram controlados por grupos culturais e econômicos elitistas. Com a internet e as redes digitais, amplia-se, de forma inimaginável até há pouco, o potencial de democratização do acesso e da produção do conhecimento. Qualquer pessoa pode ser produtora e consumidora simultaneamente e se multiplicam os grupos virtuais que aprendem juntos, se comunicam entre si e divulgam permanentemente suas produções ampliando o que Pierre Lévy chama de inteligência coletiva.
É fácil perceber por que as redes digitais são hoje um fator chave para a compreensão da inteligência coletiva e de sua evolução. Testemunhos como os de Howard Rheingold, por exemplo, vêm comprovando que a sinergia entre as pessoas via web, dependendo do projeto em que estejam envolvidas, pode ser multiplicada com enorme sucesso. As diversas formas de comunidades virtuais, a estratégia P2P, as comunidades móveis, a explosão dos blogs e wikis, a recente febre do orkut são prova de que o ciberespaço constitui um fator crucial no incremento do capital social e cultural disponíveis.
Ao mesmo tempo, muitas pessoas se reúnem em grupos de comunicação superficial, banal e preconceituosa. Aumenta, por um lado, a inteligência coletiva; por outro, a ignorância coletiva, os preconceitos e as múltiplas formas de banalização da troca.
Nos ambientes digitais, há uma ampliação virtual de todas as informações e soluções individuais, grupais e sociais, em todos os campos. Quem procura informação a encontra mais facilmente do que antes. Muitos procuram só fofocas, diversão. Quem quer encontra no ciberespaço como aprender, comunicar-se ou fazer divulgação. A sociedade toda aprende de forma mais acelerada. As comunidades virtuais e as listas de discussão são espaços ricos de aprendizagem, de troca e de marketing .
O conhecimento se dá no processo rico de interação externo e interno. Pela comunicação aberta e confiante, desenvolvemos contínuos e inesgotáveis processos de aprofundamento dos níveis de conhecimento pessoal, comunitário e social.
Na descoberta dos caminhos para viver, passamos por etapas de deslumbramento, desânimo, escuridão, realização, paz e inquietação. Em cada etapa, o horizonte se modifica: ora vemos o arco-íris na nossa frente, ora montanhas intransponíveis. Caminhar pela vida nos ensina também a relativizar quase tudo: teorias, promessas, perspectivas, crenças. Vamos mudando: o que nos servia numa etapa não nos ajuda mais. Idéias que pareciam superadas, de repente voltam a fazer sentido. Essa é uma das grandes lições da vida: sabemos que sabemos pouco e esse pouco não é o principal .
É mais o que se nos escapa do que conhecemos. O tempo nos ensina a humildade. No começo, pensamos ter mil explicações para tudo e descobrimos as razões dos nossos pensamentos e ações. Aos poucos, constatamos a complexidade de variáveis que se escondem em cada pessoa, em cada interação, em cada decisão. Descobrimos que há um universo invisível e atuante junto com o visível, mas até onde se estende o invisível é um mistério.

A integração com pessoas tão diferentes vai-nos mostrando mil formas de perceber, sentir, pensar, agir e interagir. Encontramos pessoas que parecem captar dimensões mais ricas da realidade por meios diferentes dos convencionais. Deixando de lado os que trapaceiam, vemos pessoas que são sensíveis, honestas e têm certos poderes de percepção ou de cura, fora dos padrões convencionais. Poderes estes que, por um lado, lhes conferem superioridade em determinados momentos; por outro, lhes trazem vários problemas pessoais, como dificuldade de gerenciamento emocional, propensão a crises emocionais. Há mais saberes que os reconhecidos, assim como há uma amálgama de explicações irreais, míticas, que dificultam a compreensão da realidade.
Estamos numa etapa de ampliação do conhecimento do universo em todas as dimensões: científica, psicológica e espiritual. A comunicação em rede, o acesso fácil à informação está contribuindo para uma aceleração da aprendizagem coletiva. Todos aprendemos com todos, não só nos espaços formais, mas também nos físicos e virtuais .
Tudo indica que a fome de comunicação e de troca não cessa de crescer, e isso é particularmente verdadeiro entre as novas gerações. A evolução cultural e social pode ser vista como um processo de aprendizagem no decorrer do qual a humanidade intensifica sua inteligência coletiva. Nós nos tornaremos cada vez mais criativos coletivamente e utilizaremos essa potência criativa para “projetar” formas de inteligência coletiva cada vez mais eficazes e criativas e, ao mesmo tempo, mais “responsáveis” e pacíficas com relação à humanidade como um todo e a todas as formas de vida sobre a Terra .

http://www.eca.usp.br/prof/moran/conhecer.htm

Drumont

UNIDADE 1
Data: 18/09/2008
PATRICIA RONCATO SEMMLER LEITE


Professora Rosimeire, hoje estou feliz, pois começo mais um curso em minha vida. Mais um desafio para ser cumprido.
Confesso que não gosto muito do novo, tenho medo de não conseguir alcançar os objetivos propostos, sou muito insegura.
Gosto também de inovar e aperfeiçoar o meu trabalho, mais por talvez não ter muito tempo acabo não tendo muita paciência para descobrir e aprender o novo.
A informática é um ótimo recurso para a aprendizagem dos alunos, a internet é uma ótima ferramenta de pesquisa para descobrir mundos novos, culturas ....
Temos que tomar cuidado com as coisas boas e também as ruins que podemos achar na internet.
Eu uso muito pouco a internet, só quando quero achar um produto, pesquisar preços.
A tecnologia é muito boa, mais ainda são poucos que tem acesso, pois ainda custa caro a tal da “tecnologia”.